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25/06/2013 - 09:51

Não basta destinar para reciclar, é preciso descontaminar

Lâmpadas fluorescentes devem passar por processos corretos para validar reciclagem de resíduos.

As lâmpadas fluorescentes exigem um cuidado muito especial na hora do seu descarte, pois contêm em sua composição uma pequena quantidade de mercúrio, que é tóxico e pode causar diversos males ao ser humano e ao meio ambiente. Muitos cidadãos e empresas, já cientes disso, buscam destinar corretamente esses resíduos, através de empresas especializadas ou pontos de coleta. Mas será que todas as lâmpadas passam por processos de tratamento para que seja viá ;vel sua reciclagem?

No Brasil, grande parte das empresas especializadas usa o triturador de lâmpadas, um equipamento composto por um tambor metálico com capacidade para compactar em torno de 900 lâmpadas tubulares. O equipamento possui um sistema triplo de filtragem: um para o pó fosfórico, um para partículas de vidro e outro para retenção de gases venenosos, como mercúrio. Por seu tamanho compacto, fácil manuseio, e custo operacional baixo por não conter o processo de separação dos componentes das lâmpadas e especialmente a recuperação do mercúrio, o dispositivo está sendo amplamente utilizado no país como solução plena às lâmpadas.

Mas o barato pode sair caro. Segund o estudos da EPA (Environmental Protection Agency - Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos), o triturador de lâmpadas pode não atender a todos requisitos de segurança necessários. Através de um aprofundado estudo da EPA, que avalia a capacidade de retenção de vapores de mercúrio que essas máquinas possuem, concluiu-se que nenhum dos equipamentos testados consegue conter totalmente o mercúrio, oferecendo risco aos operadores, e ao meio ambiente. Sem contar que, por não haver processos de segregação do material triturado, que ainda está contaminado com mercúrio, o material gerado, muitas vezes acaba em aterros, invalidando todo o processo realizado até então.

Para o biólogo e diretor da Apliquim Brasil Recicle, Eduardo Sebben, todo o processo de des contaminação e reciclagem de uma lâmpada exige atenção "desde o momento do armazenamento do material, coleta e transporte, até o seu destino final". Deve haver extremo cuidado em todas as etapas do gerenciamento ambiental deste resíduo. "É imprescindível que se faça um adequado acondicionamento das lâmpadas na origem, o que confere mais segurança na coleta e no transporte, mas conhecer e entender os detalhes dos processos de tratamento (descontaminação) e reciclagem das lâmpadas é etapa fundamental".

Na Apliquim Brasil Recicle, os processos de descontaminação e reciclagem das lâmpadas variam de acordo com o modelo do produto. Basicamente, separam-se os terminais (componentes de alumínio, soquetes plásticos, e estruturas metálicas/el etrônicas), o vidro (em forma de tubo, cilindro ou outro formato), o pó fosfórico (pó branco contido no interior da lâmpada) e, principalmente, o mercúrio, que é extraído e recuperado em seu estado líquido elementar. Todos os processos ocorrem por meio de equipamentos instalados sob circunstâncias especiais e em ambiente controlado, para que não haja fuga de vapores, e a contaminação do ambiente e das pessoas que operam os equipamentos. Posteriormente, os principais subprodutos (alumínio, vidro, soquetes, pó e mercúrio) podem ser reaproveitados, encaminhados para o destino correto.

A Apliquim Brasil Recicle, com suas unidades industriais localizadas em Paulínia (SP) e Indaial (SC), é especializada em descontaminação e reciclagem de lâmpadas fluorescentes e tr atamento de resíduos mercuriais. Seus serviços oferecem um alto padrão de excelência, ampla cobertura de atendimento e escala de operações, fazendo da empresa líder absoluta de mercado.

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