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29/01/2013 - 08:47

Carnaval: deixe as DSTS longe da sua festa

Apesar de ainda ser tabu para muitas pessoas, as Doenças Sexualmente Transmissíves (DSTs) estão presentes cada vez mais na nossa sociedade. Aliás, essas doenças requerem total atenção dos brasileiros. Segundo o relatório do Ministério da Saúde, divulgado no ano passado, o Brasil possui 608.230 casos registrados da Aids, uma das mais infecciosas na classe das DSTs. E é agora no carnaval que ela mais se prolifera.

A festa mais aguardada do país reúne, em sua maioria, pessoas solteiras e de diferentes partes do mundo dispostas a viver em plenitude os quatro dias de festa. Eventos que culminam muitas vezes em sexo. Um prato cheio para as DSTs. "Não se vê quem tem alguma doença sexualmente transmissível pelo rosto ou documento. Há casos em que o próprio portador não faz idéia que está contaminado, ou seja, a doença fica alí emcubada e é repassada através da relação sexual sem proteção", explica o ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli Borges Filho, que reforça que apenas o uso da camisinha evita a contaminação.

As DSTs são variadas e cada uma apresenta um quadro clínico diferente. Algumas são de fácil tratamento e outras ainda não possuem cura. Abaixo, a Dr. Domingos Mantelli relacionou as mais conhecidas: .Aids-Essa é a DST mais complicada. Trata-se de um vírus que compromete o funcionamento do sistema imunológico humano. Com isso o organismo fica fraco e não consegue se proteger das agressões externas, tais como: bactérias, outros vírus, parasitas e células cancerígenas. A doença ainda não tem cura, mas seus sintomas são minimizados através de coqueteis de medicamentos.

Gonorréia-É bastante comum e acomete principalmente o colo do útero. É altamente contagiosa e pode entrar no corpo através de qualquer abertura corporal (vagina, boca, reto). Corrimento turvo de secreções e desconforto (ardor e queimação) estão entre os sintomas mais comuns. Porém, também é possível ter a doença sem ter qualquer sintoma aparente. A gonorréia é tratada através de antibióticos, ministrados tanto por via oral quanto por injeções.

Sífilis-Surge como uma pequena ferida nos órgãos sexuais e com ínguas nas virilhas. As feridas são indolores e não apresentam pus. Após um certo tempo, a ferida desaparece sem deixar cicatriz, dando à pessoa a falsa impressão de estar curada. Se a doença não for tratada, continua a avançar no organismo e surgem manchas em várias partes do corpo, queda de cabelos, cegueira, doença do coração e até paralisias. Medicamentos específicos resolvem o problema.

Herpes-São pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa da vagina e na ponta do pênis. Por coçar bastante, muitas pessoas acabam rompendo a bolha e causando uma ferida. O tratamento é com medicamento oral e/ou tópico.

Perfil de Domingos Mantelli [www.domingosmantelli.com.br ] Dr Domingos Mantelli é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) com especialização / Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia e pós-Graduado em Medicina Legal e Perícias Médicas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), primeiro tenente médico do exército brasileiro, médico perito oficial da Polícia Técnico-Científica, por 5 anos foi preceptor da cadeira de ginecologia e Obstetrícia da faculdade de medicina da universidade de Santo Amaro (Unisa), e atualmente é preceptor da cadeira de ginecologia e obstetrícia da faculdade de medicina São Camilo,especialista na aplicação de Neurolinguística para tratamento de distúrbios Ginecológicos e Obstétricos de fundo psicossomático, Médico da equipe "Arita Treinamentos" de liderança pessoal e comportamental.

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