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30/06/2012 - 08:54

AES Tietê implanta processo de alta tecnologia na manutenção de suas usinas hidrelétricas

O ODR confere maior automação aos equipamentos e mais eficiência à operação do sistema de geração.

A AES Tietê consolidou este ano um projeto chave na nova abordagem de manutenção proativa da empresa, baseada na condição do equipamento. É a implantação do ODR (sigla em inglês para Confiabilidade Conduzida pelo Operador), um processo de alta tecnologia que confere maior automação às usinas e mais agilidade e eficiência às manutenções e à operação do sistema.

A iniciativa consiste no estabelecimento de rotas de manutenção preventiva em que o operador da usina, com o uso de um computador portátil, avalia os equipamentos, coletando dados que são enviados, em tempo real, a um software inteligente. Após a sincronização dos dados, o sistema detecta as atuais condições de cada equipamento, mostrando se todos os indicadores de desempenho estão de acordo com os parâmetros estabelecidos. Assim, qualquer não conformidade, além de possíveis riscos e falhas são mapeados de imediato.

O processo ODR chega a percorrer, por mês, cerca de 255 mil pontos de inspeção em mais de 3 mil rotas de manutenção nas usinas da AES Tietê. A frequência com que as rotas são percorridas depende da criticidade de cada equipamento. Dessa forma, há rotas que são executadas de quatro em quatro horas, enquanto outras são realizadas semanalmente. Durante as rotas, os operadores podem detectar antecipadamente problemas que ocorrerão no futuro, como desgaste de peças, variações de temperatura, ruídos e vazamentos.

Segundo o diretor de Operação e Manutenção da AES Tietê, Ítalo Freitas, o ODR oferece mais agilidade ao processo de manutenção dos equipamentos das usinas, pois sua eficiência é 80% maior do que as manutenções reativas ou outras ações preventivas “Esse sistema possibilita determinar o que os ativos podem oferecer durante todo o seu ciclo de vida”, ressalta.

Para garantir o sucesso do novo processo, a empresa vem capacitando sua equipe de operação e aprofundando o conhecimento dos operadores sobre a performance dos ativos, os riscos e os custos. “O ODR combina avanço tecnológico com o envolvimento e o compromisso dos operadores. Por isso, a empresa disponibiliza cursos de atualização periódicos, e monitora o processo por meio de dados estatísticos”, diz Freitas.

O diretor explica que os ativos físicos representam uma fatia significativa do valor de negócio da AES Tietê, e a boa gestão desses ativos é essencial para o melhor desempenho das usinas e para o cumprimento e superação das metas. “Ao otimizar o uso de seus equipamentos, a AES Tietê se prepara para ser cada vez mais competitiva no mercado, além de melhorar ainda mais a qualidade dos seus serviços, e de suas práticas ambientais e de segurança”, afirma Freitas.

A inovação faz parte dos investimentos da companhia na implantação de um moderno Sistema de Gestão de Ativos Físicos, que segue as diretrizes da PAS 55, norma britânica de gestão de ativos referência para os projetos do setor.

Perfil- A AES Tietê é uma das mais eficientes geradoras de energia elétrica do país. Com capacidade instalada de 2.660 MW, a empresa possui nove usinas hidrelétricas e oito Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) nos Estados de São Paulo e Minas Gerais.

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