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02/06/2012 - 07:39

Instituto Mamirauá participa de exposições no pavilhão do MCTI durante a Rio + 20

O Instituto Mamirauá é uma das unidades de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) a expor no pavilhão do Pier Mauá, durante a conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável – Rio+20, que acontece entre 12 e 22 de junho, no Rio de Janeiro (RJ). A participação institucional iniciou há vários meses, com contribuições técnicas e científicas para a elaboração de documentos que devem tornar-se referência tanto no Brasil, quanto em outros países.

Ao avaliar os 20 anos que se passaram desde a Eco-92, Helder Queiroz, pesquisador e Diretor Geral do Instituto Mamirauá, acredita que uma das mudanças mais significativas foi com a disseminação da Agenda 21 no Brasil. “A partir da Agenda 21, houve uma mudança de princípios e atitudes na sociedade brasileira, entretanto o sistema econômico poderia ter contribuído mais com o desenvolvimento sustentável. Este continua sendo um desafio para os próximos anos”, afirmou Queiroz.

O Instituto Mamirauá também produziu um documento para subsidiar o MCTI na construção de uma proposta que será apresentada durante a conferência. Intitulado “A Amazônia na Rio+20: a economia do conhecimento na transição para a economia verde – Comentários sobre o papel da Ciência, Tecnologia e Inovação na transição rumo ao desenvolvimento sustentável da Amazônia”, a proposta foi construída com apoio do Museu Paraense Emilio Goeldi e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), e é um exercício para definição de uma posição institucional comum sobre a Rio+20.

Segundo Queiroz, vários institutos do MCTI que lidam de uma ou outra forma com aspectos relevantes da economia verde, dos recursos naturais, e de estratégias de produção limpa com baixas emissões de carbono estão desenvolvendo pesquisa e tecnologia para enfrentar questões que vão desafiar o Brasil nos próximos anos. “Esta é uma posição que pode ser fortalecida pelo MCTI junto aos demais ministérios reunidos para elaboração deste documento, e para a própria conferência que se aproxima”, conclui.

No stand do Instituto Mamirauá, no Pier Mauá, estarão Elenice Assis, coordenadora do Programa de Manejo Florestal Comunitário, Ruiter Braga, técnico do Programa de Manejo de Pesca, e Bianca Bernardon, bióloga e pesquisadora do Grupo de Pesquisa em Ecologia de Vertebrados Terrestres. Estes três também apresentam palestras diárias no auditório que está sendo montado naquela arena. Josivaldo Modesto, coordenador do Núcleo de Inovações Tecnologias Sustentáveis, dissemina os avanços institucionais para promoção de tecnologias de conservação da biodiversidade e qualidade de vida.

Uma maquete de um flutuante construído para abrigar pesquisadores e técnicos em atividades na Reserva Amanã estará exposta. Além disso, uma réplica de pirarucu poderá ser vista no stand. O Instituto Mamirauá também apresenta um aplicativo para tablet, intitulado “Vida na Várzea: a dinâmica das cheias e vazantes na Amazônia”.

Vídeos institucionais dos programas de Manejo de Pesca, Manejo Florestal, Qualidade de Vida, Gestão Comunitária e Turismo de Base Comunitária, e das atividades de pesquisa estarão em exibição durante todo o período. O Instituto Mamirauá estará promovendo um sorteio de três peixes-boi de pelúcia produzidos por um grupo de mulheres do município de Tefé (AM), com apoio do Projeto de Conservação de Vertebrados Aquáticos Amazônicos (Aquavert). |.Eunice Venturi.

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