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21/03/2012 - 11:40

Itaipu vai sediar oficina da Associação Internacional de Hidreletricidade

Na próxima semana, uma equipe da Itaipu deve começar o treinamento para adotar o Protocolo de Avaliação de Sustentabilidade da Hidreletricidade, ferramenta lançada pela Associação Internacional de Eletricidade (IHA) em seu último Congresso Mundial. O anúncio foi feito por Ricardo Krauskopf, da Assistência da Diretoria Técnica (AS.TE), que, representando a Itaipu, acompanhou, no dia 14/03 um painel sobre o Protocolo que ocorreu durante o 6º Fórum Mundial da Água, em Marselha, na França.

Com o treinamento, os técnicos da Itaipu vão conhecer a fundo os quesitos avaliados pelo protocolo e aprenderão a melhor forma de apresentar os dados aos avaliadores da IHA, se preparando para uma auditoria que vai conferir todos os aspectos da usina. “O protocolo não se propõe a determinar se uma empresa é ou não sustentável, mas ele é uma excelente forma de traçar o perfil de sustentabilidade de um projeto hidrelétrico. A ideia é que venha a se tornar uma ferramenta estratégica de sustentabilidade”, explicou Krauskopf.

Elaborado em parceria com construtoras, instituições de governo e organizações não governamentais – como a WWF e a The Nature Conservancy –, o protocolo tem como proposta nortear projetos hidrelétricos em qualquer estágio em direção à sustentabilidade, avaliando aspectos ambientais, sociais e financeiros. “Trata-se de uma ferramenta que permite um entendimento entre todas as partes interessadas, reduzindo a possibilidade de conflitos”, garantiu o presidente da IHA, Refaat Abdel-Malek.

A IHA, Associação da qual a Itaipu é integrante, aproveitou o Fórum Mundial da Água para apresentar e discutir o Protocolo, lançado no último Congresso Mundial da Associação, realizado em junho de 2011, em Itaipu. Para Krauskopf, a participação foi positiva. “Foi uma oportunidade de obter opiniões de diversos públicos diferentes e de identificar em que pontos o Protocolo ainda pode ser melhorado. Esse é um assunto muito rico, extremamente complexo, por isso é importante contar com a contribuição de todas as partes”, disse.

Entre os quesitos que são avaliados em um projeto pelo Protocolo estão os seus benefícios, segurança da infraestrutura, viabilidade financeira, saúde pública, herança cultural, condições de trabalho, populações indígenas, biodiversidade, erosão e sedimentação, qualidade da água e gerenciamento do reservatório, entre outros.

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