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23/11/2011 - 11:05

Mitos e verdades sobre a troca de óleo e fluídos do automóvel

Rede Oficina Brasil alerta para os riscos de completar o nível do óleo no posto de combustíveis.

Quem já não passou pela situação de parar num posto de combustíveis e o frentista perguntar se pode completar o óleo, pois ele está abaixo do nível? Esta é uma conduta comum de muitos trabalhadores de postos ao verificar nível do óleo do motor com o carro aquecido, quando boa parte ainda está circulando no motor. E quais os problemas de colocar óleo em excesso no recipiente do automóvel? Para tirar esta e outras dúvidas e desmistificar algumas práticas de profissionais que fazem a verificação destes itens nos veículos, a Oficina Brasil - rede de franquias de serviços automotivos, que possui mais de 60 unidades em várias localidades do país – está orientando os clientes nos cuidados básicos com a troca de óleo e fluídos. As dicas são do consultor técnico da rede, Antonio César Costa:

1- Nunca verificar o nível do óleo quando o motor está quente: Quando o carro estava em circulação e o motor é desligado, o óleo demora a descer e escorrer para o carter. É por isso que ao verificar o nível do óleo nesta situação, a impressão que se tem é que ele estará baixo. O ideal é aguardar de 15 a 20 minutos após parar o carro e só depois analisar se o automóvel precisa mesmo que o óleo seja completado.

2- Nunca usar um óleo diferente daquele indicado pelo fabricante do veículo: Ao trocar o óleo ou mesmo completar o nível, deve-se verificar se o fabricante do veículo exige que o óleo seja sintético, semi-sintético ou mineral. Colocar um tipo de óleo diferente do especificado pode ocasionar o surgimento de borras, que entopem os canais de lubrificação e podem diminuir a vida útil do motor.

3- Não aceitar que sejam colocados aditivos no óleo, a menos que ele tenha uma classificação antiga: Os óleos modermos já contêm uma aditivação eficiente. Essa aditivação é indicada pela classificação API e no mercado brasileiro, a mais moderna é a API SN. Mas ainda há alguns óleos cuja classificação de API é inferior, como a SF e a SJ. A não ser que o óleo tenha classificação antiga, não há a necessidade de acrescentar nenhum aditivo.

4- Verificar a quilometragem do automóvel também para a troca de outros fluídos: Além de trocar o óleo de acordo com a quilometragem indicada por cada fabricante, o fluído de freio deve ser verificado e trocado a cada 10 mil quilômetros e o líquido do arrefecimento, a cada 20 mil quilômetros.

5- Problemas que o automóvel pode apresentar que são provenientes da falta de cuidados com a troca de óleo e fluídos: . Aquecimento do motor acima do normal| .Borras no motor |.Vazamentos de óleo pelo abastecimento excessivo|.Desgaste interno do motor|. Barulhos no motor|. Diminuição da vida útil do veículo.

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