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12/11/2011 - 09:29

Consumo na área de concessão da Light cresce 3,0% e perdas apresentam redução pelo 6º trimestre consecutivo

Compra de energia impacta temporariamente o resultado da companhia.

Os clientes da Light estão consumindo mais por mês. A constatação foi feita pela companhia durante apuração dos resultados referentes ao 3º trimestre de 2011. A empresa observou, por exemplo, que o consumo médio mensal do segmento residencial aumentou para 170,3 kWh no 3º trimestre de 2011, enquanto no mesmo período de 2010 era de 158,7 kWh. Apesar da temperatura média no 3º trimestre ter sido de 21,7ºC, 0,4ºC inferior a média de julho a setembro de 2010, o consumo na área de concessão da empresa cresceu 3,0% se comparado ao mesmo trimestre do ano passado. O desempenho positivo do mercado foi impulsionado pelos segmentos residencial (5,9%) e comercial (5,0%), consequência, principalmente, da melhoria econômica que ocorre no Estado do Rio de Janeiro.

De acordo com o comunicado da Companhia, mesmo com o aumento do consumo não houve elevação dos indicadores de perdas. As ações da Light contra as ligações clandestinas impactaram favoravelmente a empresa e, pelo sexto trimestre consecutivo, as perdas não técnicas de energia, acumuladas nos últimos 12 meses, apresentaram uma redução de 0,6 pontos percentuais e 1,4 pontos percentuais em relação aos indicadores de junho de 2011 e setembro de 2010, respectivamente.

Os processos convencionais de recuperação de energia, como o de negociação dos débitos de clientes com fraude constatada, fez com que a empresa recuperasse, nos nove primeiros meses de 2011, 134,3 GWh de energia, 7,0% acima do recuperado no mesmo período do ano anterior. As regularizações de fraude totalizaram 56.204 clientes normalizados neste período. Em setembro de 2011, o número de medidores eletrônicos instalados atingiu 180 mil. Além destes, o número de clientes com rede blindada alcançou 208 mil. Neste trimestre, a Light está trabalhando em mais três novas comunidades (Formiga, Macacos e Andaraí), que foram pacificadas. A previsão para 2011 é a instalação de 25 mil medidores eletrônicos nos clientes localizados nas comunidades pacificadas.

A receita líquida da companhia atingiu R$ 1.426 bilhão no período, 0,5% maior do que o registrado no terceiro trimestre de 2010. A receita líquida acumulada de janeiro a setembro de 2011, de R$ 4.573 bilhões, ficou maior 3,5% em relação a igual período do ano anterior. O resultado é decorrente do crescimento no consumo de energia, principalmente, nos segmentos residencial e comercial. [www.light.com.br/ri].

O Ebitda consolidado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 241 milhões, 38,2% inferior ao realizado no 3º trimestre de 2010, em função dos maiores custos de energia comprada e do ajuste de provisões ocorrido no mesmo trimestre do ano anterior. A margem Ebitda do trimestre foi de 16,8%.

A Light registrou resultado líquido negativo de R$ 1,6 milhão no terceiro trimestre de 2011. Este valor foi impactado pelo aumento dos custos com energia comprada, de provisões e da despesa financeira líquida.

Os investimentos de R$ 593 milhões no acumulado de janeiro a setembro de 2011, comparados ao mesmo período do ano passado, foram superiores em 32,2%. O segmento de distribuição concentrou o maior volume de investimentos, com R$ 508 milhões, um crescimento de 51,2% frente ao valor investido nos nove primeiros meses de 2010. Destaque para os investimentos direcionados ao desenvolvimento de redes de distribuição (novas ligações, aumento de capacidade e manutenção corretiva), com o objetivo de atender ao crescimento de mercado e aumentar a robustez da rede, no valor de R$ 218,1 milhões. Merecem destaque ainda os investimentos realizados na melhoria da qualidade e manutenção preventiva da rede, visando minimizar os desligamentos e os riscos de acidentes na rede, no valor de R$ 132,6 milhões, além dos recursos destinados a blindagem de rede, sistema de medição eletrônica e regularização de fraudes no montante de R$ 127,2 milhões.

Os investimentos em Geração somaram R$ 60,8 milhões, no acumulado do ano, com destaque para o desenvolvimento das Pequenas Centrais Hidrelétricas Paracambi e Lajes, com aplicação de recursos de R$ 27,3 milhões e R$ 17,1 milhões, respectivamente. Foram investidos ainda, R$ 14,8 milhões referentes à manutenção do parque gerador existente.

Destaca-se, também, a aquisição de participações na Renova e em Belo Monte, concretizando a estratégia da Light de crescimento em geração. Com a participação na UHE Belo Monte haverá um aumento de 280 MW ao parque gerador.

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