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20/07/2011 - 08:29

Rio é o estado que mais expande a geração de empregos no Brasil

Em junho, foram mais de 19 mil novos postos de trabalho. Setor de Serviços liderou.

O Rio de Janeiro foi o estado que mais expandiu a geração de empregos no país, em junho de 2011. No período, foram criados 19.756 novos postos de trabalho no estado, o que significou um aumento de 0,57% em relação ao mês anterior. Esse resultado, em termos absolutos, representa o melhor desempenho desde 2003, quando começou a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O crescimento da oferta de empregos aconteceu devido a uma expansão em setores como Serviços, com a criação de 5.917 empregos; Construção Civil, com mais 5.288 vagas, e do Comércio, com mais 3.626 oportunidades.

Nos últimos seis meses, o crescimento da oferta de postos de trabalho foi de 2,91%, o que representa mais 99.175 vagas. Já no último ano, foram mais 216.116 vagas formais, uma elevação de 6,57% no nível de emprego. Segundo o secretário de Estado de Trabalho e Renda, Sergio Zveiter, a tendência é que cada vez mais empregos sejam gerados no Rio.

- O Rio de Janeiro vive um grande momento. Assim que assumiu, o governador Sérgio Cabral mudou o modo de gerir os recursos públicos, o que possibilitou a elevação da classificação do grau de investimento do Estado e, consequentemente, atraiu mais recursos para todos os setores da economia. Além dos grandes eventos, o Estado também ganha muito com realizações como o Comperj, Arco Rodoviário Metropolitano e Porto de Açu – explicou o secretário.

O secretário ressaltou ainda a expansão no setor de Serviços.

- A partir da intermediação de mão de obra que realizamos nos postos do Sistema Nacional de Empregos (Sine), percebemos que, de janeiro a junho, os trabalhadores encaminhados ao mercado de trabalho para o setor de Serviços lideram o ranking da Região Metropolitana – afirmou Zveiter.

Na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a expansão foi de 11.190 empregos formais, o que representa um crescimento de 0,42%. Este saldo absoluto foi o segundo melhor desempenho de toda a série histórica do Caged para o período. Entre os municípios com mais de 30 mil habitantes, o destaque foi para Campos, com a geração de mais 2.831 vagas de emprego e um crescimento de 3,63%, em relação ao mesmo mês do ano passado. Em seguida, aparecem os municípios de Itaboraí, com mais 1.193 oportunidades formais e um crescimento de 4,58%, e Macaé, onde foram geradas 1.178 vagas com carteira assinada e o crescimento foi de 1,06%. No município do Rio de Janeiro foram geradas 7.042 vagas de emprego e o crescimento foi de 0,38%, em comparação com junho de 2010.

Já na Região Sudeste, a criação de empregos em junho foi de 124.292. No Brasil, foram mais 215.393 postos de trabalho. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, ressalta a importância da estabilidade econômica para que haja crescimento.

- Tivemos um bom primeiro semestre, mas aposto em um segundo semestre melhor. O segundo semestre de 2010 teve o efeito forte do processo eleitoral, com limitações para contratações. Ao contrário do que a maioria espera, eu, como otimista que sou, acho que vai ser melhor que o primeiro. Muitos processos vão deslanchar. Hoje eu vejo muita substituição de investimento, que está mais restrito ao capital nacional, pelo investimento do capital internacional. Muitas multinacionais investindo no Brasil, muitas empresas apostando numa lucratividade maior nas suas filiais brasileiras, muitas empresas crescendo. Por causa desses motivos acredito em um crescimento maior no segundo semestre – enfatizou Lupi.

Dados do IBGE mostram queda no desemprego- A taxa de desocupação da Região Metropolitana do Rio, estimada em 5,3%, foi a menor para o mês de junho, desde março de 2002, segundo dados divulgados, nesta terça-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) é realizada nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Os números do Rio, se comparados aos dados de junho de 2010, mostram um crescimento de 6,6% no contingente de empregados com carteira assinada no setor privado, o que equivale a 91 mil pessoas incluídas no mercado de trabalho formal. Segundo o secretário de Estado de Trabalho e Renda, Sergio Zveiter, as ofertas de emprego estão mais próximas das pessoas.

- Hoje, além da emissão de Carteira de Trabalho nos 64 postos do Sistema Nacional de Empregos (Sine,) distribuídos por todo o estado, disponibilizamos o serviço também na Caravana do Trabalho, projeto itinerante da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda. Desde o lançamento, no dia 1º de maio, emitimos 4.153 Carteiras, entre 1ª e 2ª vias - comemorou o secretário.

Em 2009 e 2010, 40,8% dos trabalhadores tinham carteira assinada. Em 2011, o índice subiu aproximadamente 10%: 44,9%. Além do bom desempenho no quesito Carteira de Trabalho, a Região Metropolitana também apresentou bons resultados no rendimento médio real habitual dos ocupados, que foi de R$ 1.628,30, o valor mais alto para o mês de junho desde 2002. O índice reduziu em 3,4% no mês e aumentou 5,4% na comparação com junho do ano passado.|Letícia Sicsu/Secom

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