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09/02/2011 - 07:51

SUPRG trata do terminal de regaseificação de GNL


No dia 07 de fevereiro (segunda-feira)diretoria do Porto do Rio Grande recebeu a visita do representante da empresa Bolognesi participações S/A para o empreendimento Rio Grande, Osvaldo Deiro e do diretor de logística da Gás Energy, Cesar Augusto Rostirolla. A temática tratada foi o projeto do Terminal de Regaseificação de GNL e a Usina Termelétrica de Rio Grande.

O objetivo da visita foi apresentar à Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG) o empreendimento, que corresponde a um complexo Industrial formado por uma planta de recebimento, estocagem e regaseificação de gás natural liquefeito (GNL), on-shore, no Porto do Rio Grande; uma usina termelétrica Gás Natural (UTE) e futuros gasodutos distribuindo GN na região. “O assunto gás tomou uma proporção que se tornou quase que independente. O gás é um grande gerador de oportunidades de novos negócios”, destacou Deiro.

Segundo ele, o Superporto do Rio Grande por ser um porto protegido é ideal para recebimento de tankers de GNL. “O calado é de um porto de grande porte, o necessário para um navio de gás. Além disso, há um distrito industrial com a disponibilidade de gerar recursos humanos e infraestrutura”, afirmou salientando os benefícios do porto rio-grandino. Conforme Deiro, um terminal de GNL com uma termelétrica de grande porte ancorada é a solução técnica e estratégica para a Região Sul.

Entretanto, para avançar o empreendimento é preciso definir uma microlocalização do píer. De acordo com os representantes, a chegada do navio precisa estar muito próxima do terminal de gás, em uma distância máxima de 2.500 m a 2.700 m.

O superintendente do Porto, Dirceu Lopes, falou sobre o apoio ao empreendimento e a intenção de viabilizá-lo. “Entendemos a importância das alternativas energéticas no processo de desenvolvimento que passa a região. Com aporte e energia limpa, temos uma outra condição de colocação no mercado para atrair novos empreendimentos para a cidade. A questão do gás é uma solução viável para o processo que o Rio Grande do Sul e o Brasil atravessam”, avaliou. Na oportunidade, ficou acertada a necessidade da realização de estudos técnicos para definir a localização do empreendimento na área portuária da cidade.

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