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24/05/2007 - 08:47

Emprego informal freia desenvolvimento na América Latina, diz Bird

Washington - O alto nível de emprego informal nos países da América Latina e do Caribe está barrando oportunidades de crescimento e desenvolvimento social na região, informou nesta quarta-feira o Banco Mundial em um comunicado.

O estudo sugere aos governo que busquem melhorar as condições para promover o setor formal da economia.

"Um melhor clima para investimentos ajudaria os negócios formais a crescer e a subir os salários, reduzindo o atrativo de permanecer no setor informar", disse Guillermo Perry, economista-chefe para a América Latina e Caribe da instituição em nota.

Na região, o emprego informal (não registrado), responde por 54 por cento dos postos de trabalho urbanos, segundo o relatório.

A informalidade se divide em dois grupos: os que se auto-empregam ou são donos de microempresas, e os que são empregados e trabalham por salário.

Os primeiros correspondem a aproximadamente 24 por cento dos empregos urbanos --por volta de 20 por cento ou menos no Brasil, Argentina, Chile, e Uruguai, até 35 por cento na Bolívia, Colômbia, Peru, República Dominicana e Venezuela, disse o Banco Mundial.

O grupo dos que trabalham como empregados no setor informal representa cerca de 30 por cento da mão-de-obra. A variação oscila entre 17 por cento no Chile, até mais de 40 por cento em países como Equador, Guatemala, México, Nicarágua, Paraguai e Peru, segundo o comunicado.

As medidas para mudar a situação incluiriam facilitar o registro de novas empresas, a simplificação do sistema tributário, a expansão dos benefícios do setor formal, como acesso a créditos e mercados, previdência e planos de desenvolvimento para as empresas, entre outros, disse o banco.| Por Adriana Garcia/Reuters.

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