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04/02/2009 - 08:50

"Petrobras executará todos os projetos previstos no Plano de Negócios", afirma presidente Gabrielli


Plano conta com mais de 500 projetos e investimentos de US$ 174,4 bilhões.

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, reafirmou no dia 3 de fevereiro (terça-feira), em Londres, que todos os projetos contemplados pelo Plano de Negócios 2009-2013 serão executados pela companhia. “Vamos implementar mais de 500 projetos, garantindo investimentos e geração de emprego, ao menor custo possível”, enfatizou o presidente

Em rodada com investidores nos Estados Unidos e países da Europa, desde a semana passada, o presidente da Petrobras divulgou o Plano de Negócios 2009-2013, com total de investimentos previstos de U$ 174 bilhões. E reforçou a necessidade de se reduzir os custos de todos os projetos para garantir sua execução.

"A elaboração do Plano levou em conta os preços em vigor no último trimestre de 2008, num cenário bastante diferente do que temos hoje", disse o presidente. "Não é viável para qualquer companhia manter os preços no mesmo patamar de 2008. A economia mudou".

Gabrielli lembrou que cerca de 500 projetos previstos no Plano de Negócios da Petrobras se encontram em fases distintas de execução. Há os que estão em construção, outros estão sob contratação e, por fim, os que ainda estão sendo desenvolvidos pela engenharia da Companhia.

Os projetos em fase conceitual - 35% do total – são os que oferecem melhores condições para redução de custos. “O mercado prevê uma variação de 30% para mais ou para menos em qualquer projeto em fase inicial de estudos, e isso certamente ocorrerá”.Petrobras quer plataformas, mas não estuda comprar empresas

O presidente José Sergio Gabrielli de Azevedo enfatizou ainda a necessidade da Petrobras em relação às plataformas de perfuração encomendadas em 2008. Esclareceu também a informação de que a Companhia poderia capitalizar as empresas que estão fabricando tais equipamentos. "Precisamos das sondas para execução de nossos projetos", reafirmou o presidente. Mas não cogitamos comprar empresas em dificuldades financeiras"

Em Londres (02/02), ao ser perguntado sobre a possibilidade de capitalizar essas empresas, o presidente disse que, “caso alguma fabricante estivesse com problemas financeiros, a Petrobras poderia estudar o assunto. Mas isso em circunstâncias muito especiais. Hoje, a Petrobras não cogita tal possibilidade”.

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