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23/09/2008 - 09:21

PRA-1 em operação na Bacia de Campos


Com investimentos de US$ 837 milhões, a plataforma foi construída em dois anos com 65% de conteúdo nacional, pela Techint em Paranaguá (PR), pelo consórcio Odebrecht/UTC, em São Roque de Paraguaçu na Bahia e pela Rolls-Royce, em Niterói (RJ), gerando seis mil empregos diretos e indiretos no período.

A Plataforma de Rebombeio Autônoma (PRA-1) entrou em operação no dia 22 de setembro (segunda-feira), na Bacia de Campos, no Estado do Rio de Janeiro. Projetada para receber e escoar a produção de óleo das plataformas P-51, P-52, P-53 e P-55, a PRA-1 tem a capacidade de transferir até 818 mil barris de petróleo por dia. O primeiro óleo a ser transferido pela unidade da P-52. Atualmente, este petróleo é bombeado para o FSO Cidade de Macaé, navio armazenador, de onde é escoado para navios aliviadores, através de operações de transferência. De acordo com a necessidade logística, a partir de 2009, este petróleo, também, poderá ser transferido através de duas monobóias, que abastecerão petroleiros.

A PRA-1 faz parte de um dos mais importantes sistemas logísticos da Bacia de Campos: o Plano Diretor de Escoamento e Tratamento (PDET), que escoará, quando estiver em plena operação, parte do petróleo produzido pelos campos de Roncador, Marlim Leste e Marlim Sul, onde operarão quatro plataformas de produção.

Características técnicas - A PRA-1 é uma plataforma fixa projetada para receber e transferir, através de dutos submarinos, volume elevado de petróleo das unidades P-51, P-52, P-53 e P-55. No futuro, ela terá condição de receber petróleo de mais quatro unidades produtoras. A diferença principal da PRA-1 para outras unidades fixas da Petrobras é a inexistência de uma planta de processamento de óleo, funcionando como uma unidade de rebombeio.

Instalada em janeiro de 2007, ela está ancorada na Bacia de Campos a 120 km da costa, em profundidade d’água de 106 metros. Com conteúdo nacional de 65%, a obra da PRA-1 gerou seis mil empregos diretos e indiretos.

Com investimentos de US$ 837 milhões, a plataforma de rebombeio autônoma foi construída de forma modular, em dois anos. A jaqueta (parte inferior da plataforma) foi fabricada em Paranaguá, no Paraná, pela empresa Techint. Os módulos de bombas, medição, utilidades e acomodações foram construídos no canteiro de obras de São Roque de Paraguaçu, na Bahia, pelo consórcio Odebrecht/UTC. O módulo de geração foi fabricado pela empresa Rolls Royce, em Niterói, no Rio de Janeiro.

A PRA-1 está localizada na Bacia de Campos, a 120 km do litoral, tem capacidade de transferência de 818 mil bpd, lâmina d’água de 106 metros, 52 metros de comprimento, 49 metros de largura, 113,5 metros de altura, pesa 15 mil toneladas e acomoda 90 pessoas.

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