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29/04/2020 - 09:05

Vale atinge lucro líquido de US$ 239 milhões no 1T20


Revertendo um prejuízo de US$ 1,64 bilhões comparado ao mesmo período em 2019.

A Vale divulgou no dia 28 de abril (terça-feira), seu resultado financeiro referente ao primeiro trimestre de 2020. E dados mostram contabilização de um Ebitda de US$ 3,041 bilhões, ficando US$ 1,636 bilhão inferior ao quarto trimestre de 2019, Segundo a mineradora brasileira, devido principalmente a: volumes sazonalmente menores no primeiro trimestre, à parada parcial da planta de Brucutu, a menores preços realizados de níquel e cobre e a menores volumes de vendas de metais básicos, que foram parcialmente compensados pelo efeito positivo da desvalorização do Real.

No período, o Ebitda ajustado do negócio de Minerais Ferrosos foi US$ 2,847 bilhões, ficando US$ 1,691 bilhão inferior ao quarto trimestre de 2019 — principalmente devido a volumes de venda 34% inferiores ao quarto trimestre de 2019, diz a Vale.

A Vale gerou US$ 380 milhões em Fluxo de Caixa Livre nas Operações no primeiro trimestre de 2020, ficando US$ 947 milhões inferior ao do quarto trimestre de 2019, principalmente devido ao menor Ebitda ajustado pró-forma no trimestre — US$ 1,636 bilhão — que foi parcialmente compensado pelo investimento sazonalmente menor — US$ 348 milhões — e por menores despesas relacionadas a Brumadinho (MG) — US$ 248 milhões —.

— A Vale está enfrentando estes tempos desafiadores da pandemia do Covid-19 com responsabilidade, disciplina e senso de urgência. Nós desenvolvemos um plano de resposta à crise com ações que priorizam: a saúde e segurança de nossos empregados e das comunidades em que operamos; o apoio à batalha contra o vírus, honrando nosso novo pacto com a sociedade; e a continuidade de nossos negócios. Da mesma forma, continuamos avançando com a reparação de Brumadinho e as iniciativas de gestão de riscos. Nosso objetivo permanece intacto: estamos transformando a Vale em uma das mais seguras e confiáveis empresas de mineração do mundo — frisa Eduardo Bartolomeo, diretor-presidente.

Eduardo Bartolomeo, diretor-presidente

Sobre a Covid-19 — Desde março de 2020, a Vale vem ajustando sua forma de operar para combater os efeitos da a pandemia do Covid-19. Em todas as suas operações foram adotados padrões de segurança de nível mundial. Entre as medidas estão: adoção de regime de home-office para todos os empregados considerados nos grupos de risco e para os quais a função não requeira presença física, acesso às operações somente por equipes essenciais, suspensão de todas as obras de construções não essenciais, ajustes aos procedimentos das operações e do transporte de funcionários, garantindo o distanciamento social, checklist diário e monitoramento contínuo de potenciais sintomas, scan de temperatura corporal nas entradas de sites operacionais, entre outras — lembra a mineradora, em nota.

— Até o momento, a Vale tem enfrentado a pandemia do Covid-19 com impacto limitado a suas operações. No entanto, a adoção de três medidas restritivas foi necessária: (1) No negócio de Minério de Ferro, a Vale suspendeu temporariamente as operações no terminal marítimo Teluk Rubiah, na Malásia, sem impacto em produção; (2) No negócio de Metais Básicos, a Vale realizou o ramp-down e colocou as operações de mineração em Voisey’s Bay em care and maintenance por até 4 meses; e (3) No negócio de Carvão, a Vale decidiu postergar os planos para a manutenção corretiva na planta de processamento de carvão em Moçambique — informa a Vale.

— A Vale também está trabalhando para manter saudável o ecossistema de fornecedores e empreiteiros em torno de suas operações durante a crise. Foram implementados programas de adiantamento de pagamento a mais de três mil pequenos e médios fornecedores nos países em que a Vale opera, com a injeção de mais de R$ 900 milhões na economia brasileira. Empreiteiros e trabalhadores que estavam alocados em projetos que foram suspensos pela Vale também estão recebendo apoio financeiro —diz.

Reparação — Os esforços para mitigar os impactos do Covid-19 não competem com as iniciativas da Vale para a reparação de Brumadinho. Os acordos de indenização assinados alcançaram quase 7.000 pessoas e, junto com pagamentos emergenciais, equivalem a cerca de R$ 3,6 bilhões. A Vale também está prosseguindo com as melhorias de suas práticas de gerenciamento de riscos e, em janeiro de 2020, a função de Engenheiro de Registro (EoR) foi implementada como uma etapa adicional para fortalecer a governança de seu Sistema de Gerenciamento de Rejeitos. Também em março de 2020, o Conselho de Administração decidiu estender os trabalhos do Comitê de Segurança de Barragens, dado que discussões relevantes sobre os padrões de segurança de barragens prosseguem na indústria de mineração—conclui .

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