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15/09/2017 - 07:32

Combate e prevenção à trombose


Dia 16 de setembro é comemorado o Dia Nacional de Combate e Prevenção à Trombose, data instituída pelo Congresso Nacional em 2009. No Brasil, a estimativa do Ministério da Saúde é que um ou dois habitantes a cada mil sofram de trombose venosa profunda e embolia pulmonar.

A melhor maneira de prevenir problemas circulatórios é ter hábitos saudáveis: praticar exercícios regularmente, como caminhadas e todos aqueles que movimentam as pernas, garantindo um retorno venoso eficiente e evitando a lentidão na circulação.

Pílula e cigarro são uma dupla explosiva. O anticoncepcional por ser composto de hormônios como estrogênio e progesterona, contribui não só para a formação de coágulos, mas também para que as paredes das veias fiquem mais dilatadas. Já o cigarro contém substâncias que são pró-coagulantes.

O mito que só os idosos têm problemas de trombose, não é verdade. A trombose venosa, que acomete principalmente os membros inferiores, pode aparecer em pessoas jovens, com idades entre 20 e 40 anos, já que estão expostas a mais fatores de risco.

Para quem já tem o problema, com medidas simples se evita a trombose: uso de meias elásticas de compressão, evitar bebidas alcoólicas e tomar muita água, caminhar, fazer exercícios movimentando os pés e a panturrilha a fim de ajudar no retorno do sangue para o coração e evitar uso de medicamentos para dormir. Nas viagens longas de avião ou em qualquer outro meio de transporte, evitar ficar muito tempo sentado e parado porque o risco de ter uma trombose aumenta. Se viajar de carro, é importante que a pessoa faça algumas paradas para esticar as pernas e dar uma pequena caminhada. Se for de ônibus dar uma caminhada pelo corredor ou aproveitar a parada para se movimentar.

Outras medidas importantes são ter uma alimentação equilibrada, evitar o tabagismo, além das atividades físicas.

O tratamento contra a trombose vai depender da localização da veia afetada, do tempo que ela está obstruída e da extensão do trombo. Para pacientes com diagnóstico recente, dá para tratar com medicações anticoagulantes. Em situações mais graves, a solução é a cirurgia. Caso a pessoa note alguma alteração nas veias das pernas procurar imediatamente um especialista.

. Por: Dr. Ricardo Brizzi, Angiologista e cirurgião vascular. Membro da Sociedade de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro e um dos responsáveis pelo setor de cirurgia vascular e endovascular dos Hospitais Badim, Israelita e Norte D’Or.

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