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17/05/2017 - 07:22

Invepar obtém crescimento de 5,1% em receita no 1T17

E registra R$ 437 milhões de ebitda Ajustado, crescimento de 1,5% se comparado com 1t16.Empresa apurou também resultado 54,1% melhor comparado a 1T16.

A Invepar divulgou no dia 16 de maio (qterça-feira), os resultados financeiros e operacionais referentes ao 1º trimestre de 2017. Com 100% das concessionárias operacionais e gerando arrecadação desde o ano passado, conforme resultado divulgado do último trimestre do ano, a companhia obteve aumento de 5,1% na receita líquida ajustada em relação ao mesmo período de 2016, atingindo R$ 866,3 milhões. O resultado do trimestre (prejuízo de R$ 138,6 milhões) foi 54,1% melhor em relação ao 1T16, em linha com a maturação dos seus investimentos. O EBITDA Ajustado, excluindo o efeito da venda da LAMSAC e PEX Peru e encerramento da PEX S.A, foi de R$ 437,4, aumento de 1,5% em a 1T16.

O endividamento da companhia também apresentou queda de 18,3% na comparação anual, com redução de R$ 1,9 bilhão em relação ao primeiro trimestre de 2016, principalmente pelo pagamento parcial da 3ª Emissão de Debêntures da Holding em função da venda da concessionária LAMSAC, no Peru, ocorrido em 2016.

O grupo Invepar encerrou o 1T17 com saldo de caixa e aplicações financeiras no total de R$ 935,7 milhões. A variação positiva no saldo ocorreu devido à venda da LAMSAC. O montante da dívida com vencimento no longo prazo representou 80%.

As empresas Plenamente Operacionais apresentaram maturidade e resiliência operacional, demonstradas pelos resultados positivos. No 1T17, o total do lucro líquido deste grupo foi de R$ 23,1 milhões.

As companhias de Operação Recente, que ainda passam por um período de maior volume de investimentos, alcançaram, em 1T17, um Ebitda Ajustado de R$ 213,7 milhões. Em relação ao resultado, este grupo apresentou prejuízo de R$ 148,1 milhões, sobretudo, devido à contabilização da outorga fixa do Aeroporto de Guarulhos.

O resultado das Não Operacionais, composto pela Holding juntamente com as eliminações e equivalência patrimonial, apresenta prejuízo líquido de R$ 13,6 milhões.

O consolidado evidencia que a Invepar possui um conjunto maior de empresas em estágios iniciais de maturidade, portanto a Invepar como um todo se encontra no Estágio de Operação Recente.

O segmento de Mobilidade Urbana atingiu 62,7 milhões de passageiros pagantes no 1T17, um aumento de 4,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento ocorreu devido ao início das operações do VLT Carioca e da Linha 4, na qual o MetrôRio presta serviços de operação e manutenção. A receita líquida desse segmento atingiu R$ 238,5 milhões (+17,3%), também impactada pela entrada em operação da Linha 4 em setembro de 2016.

Já o segmento Rodovias apresentou queda de R$ 2 milhões (-0,9%) em sua receita líquida em relação ao 1T16, principalmente pela queda do fluxo de Veículos Equivalentes Pagantes (VEP). A LAMSA teve um impacto mais significativo, devido a não aplicação do reajuste contratual tarifário.

O tráfego de passageiros em GRU Airport foi de 9,4 milhões no 1T17, apresentando uma redução de 2,2% em relação ao período anterior. A diminuição de 5,1% de passageiros domésticos pode ser explicada principalmente pela retração econômica. Por outro lado, houve aumento de 3% no número de passageiros internacionais devido, entre outros aspectos, à estabilização do câmbio. A movimentação de cargas, tanto de importação quanto de exportação, sofreu acréscimo de 10,6% no 1T17 comparado ao mesmo período do ano anterior, influenciada principalmente pelo aumento nas importações nos segmentos Automotivo e Farmacêutico. A receita de GRU Airport apresentou crescimento de 2,2%, atingindo R$ 410,3 milhões no trimestre.

Resultado do exercício — No primeiro trimestre, o grupo Invepar registrou prejuízo de R$ 138,6 milhões, representando uma melhora de 54,1% em relação ao mesmo período de 2016. O resultado decorre da redução das despesas financeiras, principalmente devido à queda do IPCA, índice que impacta a outorga fixa de GRU e da debênture da Invepar. O resultado líquido negativo foi consequência de efeitos não operacionais, alguns deles não gerando efeito caixa.

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