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11/08/2016 - 09:04

Índice ABCR registra alta de 2,3% em julho, em relação a junho

Fluxo de veículos leves aumentou 3,2% e o de pesados caiu 1,2%, considerando os ajustes sazonais.

São Paulo — O índice ABCR de atividade de julho apresentou alta de 2,3% na comparação junho, considerando dados livres dos efeitos sazonais. O índice que mede o fluxo de veículos nas estradas concedidas à iniciativa privada é produzido pela Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias em conjunto com a Tendências Consultoria Integrada. No período, o fluxo de veículos leves aumentou 3,2% em relação a junho, enquanto o fluxo de pesados caiu 1,2%, nessa mesma base de comparação.

“A forte elevação de leves ditou o resultado positivo do indicador agregado do fluxo pedagiado no mês (2,3%), mais do que revertendo o recuo observado no dado anterior”, afirma Rafael Bacciotti, economista da Tendências Consultoria. “O fluxo de pesados, por outro lado, mostrou queda no mês de 1,2%, após registrar forte alta em junho. O dado negativo, entretanto, não deve predominar nos próximos meses, devido à recente tendência de melhora delineada por outros indicadores industriais antecedentes, como a produção de veículos e os principais índices que avaliam a confiança do empresário industrial”, completa.

Em relação ao mesmo período de 2015, o índice total apresentou queda de 2,5%. O fluxo de veículos leves recuou 0,6%, enquanto o fluxo de pesados teve retração maior, de 8,1%. Nos últimos doze meses, o fluxo de veículos nas rodovias pedagiadas recuou de 3,2%. Considerando essa mesma base de comparação, o fluxo de veículos leves e pesados registraram queda de 2,2% e 5,9%, respectivamente. Já no acumulado do ano (Jan-Jul de 2016 sobre Jan-Jul de 2015), o fluxo pedagiado apresentou queda de 3,0%. Por sua vez, o fluxo de veículos leves recuou 2,3%, enquanto o fluxo de pesados apresentou queda mais expressiva, de 5,4%.

“Apesar da significativa elevação na margem, a maior desde dezembro de 2015, o indicador acumula retração de 3,0% de janeiro a julho, em linha com o cenário macroeconômico adverso observado no primeiro semestre do ano”, finaliza Bacciotti.

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