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14/04/2016 - 07:11

Amigos da CIS realizam sexto encontro em Jundiaí

Grupo de ex-funcionários e amigos da Cia. Internacional de Seguros se reuniu em uma chácara na Serra do Japi para celebrar a amizade e reverenciar a memória da tradicional seguradora.

Na bela paisagem da Serra Japi, em Jundiaí (SP), na Chácara Monte Castelo, aconteceu sexto encontro de ex-funcionários e amigos da tradicional Companhia Internacional de Seguros, os Amigos da CIS, no dia 2 abril. Coordenado por Adevaldo Calegari, mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo (CCS-SP), o evento reuniu cerca de 80 pessoas para celebrar a amizade e cultuar a memória da seguradora.

Muitos dos que participaram do encontro já conheciam a bela chácara de propriedade de Silvio Gebram, corretor de seguros que trabalhou longo período com a Internacional de Seguros. Nas décadas de 70 a 90, Silvio, que prefere ser chamado de Chico, costumava reunir os funcionários da CIS no local, no mínimo, três vezes por ano. “Foi assim que ele conheceu o pessoal de todos os departamentos, que atendiam a corretora, criando um vínculo de amizade que dura até hoje”, conta Calegari.

Durante o encontro, o saudosismo tomou conta do pessoal ao rever fotos antigas. Osmar Bertacini trouxe muitas de vários períodos, todas cuidadosamente coladas em papel, datadas e legendadas. José Carlos Siqueira, que veio ao encontro ostentando os três crachás funcionais que usou entre 1976 e 1984 no departamento de transportes da Internacional, também trouxe fotos da época.

Culto à CIS —Os que visitaram a Chácara Monte Castelo pela primeira vez se encantaram com os jardins, repletos de canteiros de antúrios e lírios da paz floridos e decorados por esculturas e estátuas anjos. Até hoje, Sebastiana Gebram, com 96 anos, ainda cuida dos jardins.

Como bom anfitrião, Chico patrocinou uma feijoada completa para o pessoal, com direito a música ao vivo. Ele ainda guiou o grupo em um tour pelo local, o chamado “Chico tour”, que terminou com uma parada na capela, onde Calegari celebrou um culto em memória da seguradora.

De volta ao salão principal, o grupo saboreou uma sobremesa e dançou ao som de sambas. Chico Gebram resolveu mostrar seus dons artísticos e de posse de um violão tocou e interpretou algumas canções.

Recordando os bons tempos —Em clima descontraído, Calegari tomou a palavra e passou a narrar fatos pitorescos do seu tempo de Internacional. Salim Gebram relatou que Calegari era muito elegante, tanto que era conhecido como “homem etiqueta”, porque usava apenas roupas de grife. “Em uma tarde, cheguei a ver o Calegari com um fio de cabelo fora do lugar”, disse, arrancando muitos risos da plateia.

Ao chamar Maria José, Calegari lembrou que ela era muito bem informada. “Sabia mais que o presidente da companhia”, disse, brincando. Maria José também se recordou dos irmãos Gebram. “O Chico chegava tímido, mas sempre com pressa, queria ser atendido na hora. Já irmão Salim era mais calmo e diplomático”, disse.

Vanisse Luchesi Pinto, que trabalhou por 17 anos na seguradora, contou que uma das amizades mais duradouras que fez entre os antigos colegas de trabalho foi com Cida Prata. “Eu já havia saído da Internacional, quando a Cida me deu seu filho para batizar. Hoje, ele tem 29 anos. Tem maior prova de amizade que esta?”, disse. Já Cida Prata, que iniciou aos 18 anos na Internacional, disse que seu maior presente foi amizade com Vanisse.

As irmãs Sonia e Fátima Sueli Aureliano subiram juntas ao palco. Sueli, que fez sua estreia nesta sexta edição, trabalhou entre 1973 e 1984 na seguradora. Três anos depois de Sonia Aureliano ingressar na Internacional, a seguradora fechou as portas. “Éramos uma família”, disse.

Mario Marques concorda que a Internacional era uma grande família. Dos seus 46 anos na área de seguros, 19 anos ele trabalhou na seguradora, na qual conquistou muitos amigos. “Pessoas especiais”, disse.

Hoje advogado, Antonio Freiria entrou na empresa em 1982 e em 1985 teve a oportunidade de ingressar no jurídico. Em 1990, quando a seguradora entrou em direção fiscal, ele foi nomeado advogado da massa liquidanda, permanecendo até 1994. Para ele, a seriedade nos propósitos da Internacional foi responsável por aglutinar profissionais de alto nível, a maioria, hoje, bem-sucedida. “É sempre uma alegria participar e rever os amigos”, acrescentou.

Antes da foto oficial e do encerramento do encontro, Florisvaldo dos Santos subiu ao palco para agradecer aos amigos. “Aos que vieram meu agradecimento e também um agradecimento especial ao Chico e ao Salim por esta tarde maravilhosa. Espero que esse grupo continue e que nossos filhos deem continuidade a esse trabalho maravilhoso”, disse.

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