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08/04/2016 - 08:18

Comérdo Rio de Janeiro planeja muita promoção para liquidar o “Verde-Amarelo”

“Desencalhar” nessa Olimpíada o estoque que ficou da Copa do Mundo de 2014.

O fraco desempenho do Brasil na Copa do Mundo refletiu negativamente no comércio na venda de produtos verde-amarelo, resultando em um estoque encalhado da ordem de R$ 12,8 milhões no Estado e R$ 5,7 milhões no Município do Rio de Janeiro. De acordo com o Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro(CDLRio), esse encalhe inclui camisetas, cornetas, canetas, chinelos, caneca, boné, cofre bola, bandeira para carro, linha pet e outros itens temáticos e não temáticos —apenas verde e amarelo—.

De acordo com o estudo, 52,8% dos comerciantes varejistas do segmento apontaram que seus estoques de produtos “verde e amarelo” estão acima do adequado —55% a mais em comparação ao seu estoque normal—, 33% afirmaram que esses produtos estão 41,2% a mais em relação a seu estoque normal e 6% afirmam que esse estoque está 12% acima do seu estoque normal.

O estudo mostrou também que somente em uma loja mais de 1,8 mil bolas ficaram encalhadas, cerca de 65% do produto para ser utilizado e em outro estabelecimento 130 mil uniformes ficaram nas prateleiras, 50% do que o lojista esperava vender. Os produtos que mais encalharam foram canetinhas, chaveiros, botons, etc., representando quase 80%.

Segundo Aldo Gonçalves, presidente do CDLRio, o comércio espera vender toda aquela parte de mercadoria que ficou encalhada na Copa agora nas Olimpíadas. Sabemos que as vendas foram ruins por causa do mau desempenho da seleção brasileira e também pelo excesso de feriados na Copa. Esperamos que isso não aconteça na Olimpíada.

“Além disso o país atravessa um momento bastante crítico. A economia vai muito mal, com inflação alta corroendo o salário do trabalhador. Esse clima de insegurança afasta o consumidor das compras e o empresário de investir”, conclui Aldo Gonçalves.

A pesquisa foi feita principalmente com as lojas do Centro (40%), Zona Norte (25%), Zona Sul (20%) e Zona Oeste (15%). Para “desencalhar” o estoque os lojistas vão fazer promoção e liquidação, entre outras ações.

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