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11/02/2016 - 06:48

Pesquisas indicam novas fontes para produção de gás natural no País


Petrobras acredita em parceria para desenvolver tecnologia a ser aplicada nas bacias de Pelotas e Foz do Amazonas.

Existem no litoral brasileiro áreas com acumulações de hidratos de gás que podem ser, no futuro, novas fontes para produção de gás natural no país, informa a Petrobras. De olho no potencial dos depósitos não convencionais, o Brasil trabalha em cooperação tecnológica com a Jogmec (Companhia Japonesa de Óleo, Gás e Metais), pioneira em testes de produção offshore de gás natural de hidratos de metano.

O intercâmbio tecnológico entre as empresas foi formalizado em novembro de 2015. O acordo visa a exploração e produção de óleo e gás de depósitos não convencionais, incluindo óleos pesados, shale gas (conhecido como gás de xisto) e principalmente, hidratos de gás.

O Japão foi o primeiro país a extrair do fundo do mar um gás a partir de hidrato de metano, que consiste em uma molécula de gás aprisionada em uma estrutura de água cristalizada, devido às condições submarinas de pressão e temperatura. Porém, ainda não existem, no mundo, tecnologias para explorar e produzir comercialmente esses reservatórios, pela dificuldade técnica de garantia de escoamento e estabilidade na produção do gás natural.

A Petrobras acredita que a transferência de conhecimento será um fator decisivo para desenvolver tecnologia a ser aplicada nas bacias de Pelotas (Rio Grande do Sul) e Foz do Amazonas, áreas de identificação de hidratos.

A Jogmec desenvolve tecnologia para extrair o gás natural (metano) de forma estável e sem perdas fugidias desse gás. A produção do metano poderia ser consumida nos mercados locais ou transportada para longas distâncias, na forma de gás natural liquefeito (GNL).

A aproximação da Petrobras com a Jogmec começou em 2005, quando foi assinado o primeiro Memorando de Entendimento com o nosso Centro de Pesquisas (Cenpes), sendo estendido em 2009. Em 2011, a companhia brasileira assinou um Specific Agreement com o E&P, em cobertura ao acordo anterior, para estudos de viabilidade de produção, no Brasil, de dutos flexíveis para os trabalhos no pré-sal.

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