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26/11/2015 - 07:13

Gestações múltiplas por fertilização in vitro já preocupam

Ao longo dos últimos anos, a taxa de gestações múltiplas provenientes da fertilização in vitro (FIV) no mundo se manteve constante. Na Europa, por exemplo, esse índice, há quatro anos, está estável, em 26,4%, sendo que destes, 24,4% são gestações de gêmeos, 2,0% de trigêmeos e 0,04% de quadrigêmeos. De acordo com os números do Registro Latino-americano de Reprodução Assistida, a situação se repete no Brasil. Aqui, 42% de gravidezes obtidas por FIV têm como resultado de gêmeos a quíntuplos.

Há uma preocupação grande com o número de gestações múltiplas em todo o mundo. No Velho Continente os serviços de reprodução humana estão empenhados em reduzir o índice múltiplos e, por isso, já há uma redução no número de embriões transferidos. De 1999 para 2000, por exemplo, a transferência de quatro embriões diminuiu de 9,3% para 6,8% e de três embriões de 39,6% para 33,3%. Enquanto isso, foi aumentado o número de transferências com dois embriões, de 39,2% para 46,7%.

Na Clínica de Reprodução Humana Monteleone também há essa atenção. “Desde o ano 2005, começamos a transferir menos embriões, já pensando nessa questão das gestações múltiplas. Uma gravidez de mais de um bebê já é considerada de risco, trazendo diversos perigos para a mãe e o bebê. Com certeza, é uma situação bem mais complicada e temos diversos casos de morte nesses casos”, afirma Dr. Pedro Monteleone, diretor da Clínica e coordenador técnico do Centro de Reprodução Humana do Hospital das Cínicas de São Paulo.

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