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24/03/2015 - 08:52

Pesquisa A Força do Sul mostra o que preocupa os empresários em 2015

Pesquisa A Força do Sul mostra o que preocupa os empresários em 2015 e qual posicionamento adotarão para avançar em tempo de crise.

Apesar das dificuldades da economia brasileira em 2015, os empresários da região Sul não se deixam paralisar pelo pessimismo dominante e buscam medidas para superar os desafios. É o que aponta a 5ª sondagem empresarial “A Força do Sul”, realizada pela PwC Brasil em parceria com o Grupo Amanhã e com execução da Rohde & Carvalho.

Para 44,3% dos participantes, do ponto de vista da economia como um todo (PIB, inflação, juros), 2015 será pior do que o ano passado, percentual bem acima dos 26,3% que acreditavam que 2014 seria pior do que 2013. Embora o prognóstico seja pouco animador, 60,2% dos empresários acreditam que sua empresa conseguirá aumentar a participação no mercado (confiança apenas 6,1% abaixo da verificada na pesquisa do ano anterior).

Outro fator que reforça o comportamento resiliente é que 75% dos empresários pretendem manter neste ano o quadro atual de funcionários ou aumentá-lo. Para isso, como direcionamento estratégico a ser adotado para enfrentar os desafios, está a ampliação de novos mercados e produtos, com 52,3%, acima dos 46,3% da pesquisa anterior.

“Mesmo com toda a dificuldade que enfrenta e ainda encontrará este ano, os empresários da região Sul acreditam que a situação possa ser revertida”, afirma o sócio da PwC Brasil, Carlos Peres. “A intenção de manter ou aumentar o número de funcionários é um claro indício de que desejam estar preparados para ter estrutura e poder suprir a demanda quando o cenário voltar a ser positivo”, completa Peres, apostando que o perfil empreendedor do empresário não será sufocado pelo quadro de adversidades.

Num possível reflexo da desvalorização do Real diante do dólar, 83% não pretendem investir fora do Brasil, 12,5% afirmam que investirão até R$ 25 milhões e 3,4% mencionam um valor situado entre R$ 25 milhões e R$ 100 milhões. Apenas 1,1% afirma que investirá mais de R$ 300 milhões no exterior este ano.

No levantamento, realizado entre novembro e dezembro de 2014, foram consultadas 88 empresas dos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, listadas como as 500 Maiores do Sul do país, segundo o ranking da Revista Amanhã realizado há 24 anos em parceria com a PwC.

O que se espera do governo - Nesta edição da pesquisa, 69,3% dos respondentes apontam a legislação e a carga tributária como fatores que mais impactam os negócios. Em relação ao governo federal, os empresários destacam como prioridade na área econômica a redução da carga tributária e o controle da inflação (ambas com 22,7%). Na pesquisa anterior, os tributos estavam abaixo da inflação como prioridade, 20% e 26,3%, respectivamente. Na opinião dos participantes, na área tributária, o governo federal deve buscar formas de diminuir a complexidade envolvida na apuração e pagamento de tributos e redução da carga de todas as empresas.

Mesmo indicando um cenário pessimista no plano macroeconômico, 60,3% dos empresários do Sul acreditam que a indústria brasileira, se atendida com políticas favoráveis, pode recuperar seu nível de competitividade até 2016. Para 61,4%, o governo deveria criar “políticas horizontais, de apoio a toda a indústria, com benefícios tributários e crédito aplicado indistintamente, sem eleger alguns setores em detrimento de outros”. Outros 36,4% afirmaram que se deve propor uma “política industrial voltada para o apoio a alguns setores mais relevantes, para a geração de emprego e renda ou com capacidade para induzir o crescimento de grandes cadeias produtivas”. Convidados a indicar quais setores teriam melhores condições de impulsionar a economia se corretamente estimulados, 59,4%, 53,1% e 35,5% dos respondentes elegeram tecnologia, agroindústria de alimentos e indústria automotiva, respectivamente.

A pesquisa - Os executivos das empresas responderam a uma pesquisa online, elaborada pelo método quantitativo. Participaram da pesquisa “A Força do Sul” empresas de mais de 20 diferentes setores, com destaque para indústria (27,3%), construção civil (17%) e agronegócio (15,9%). Do total de respondentes, 55,7% projetam para sua empresa um faturamento acima de R$ 300 milhões em 2015, e 47,8% das companhias possuem mais de mil funcionários.

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