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10/03/2015 - 08:15

Mulheres em função gerencial na Petrobras representam 17,8% do total


Desde 2013, as empregadas da Companhia têm direito a licença-maternidade ampliada, em caso de bebês prematuros.

Em um ambiente de negócios com predomínio masculino, a Petrobras tem registrado, ano a ano, crescimento da participação feminina no quadro de funcionários e em funções gerenciais.

Em dezembro de 2014, a Companhia totalizou 9.256 mulheres em seu efetivo, representando 16% do total de empregados. Considerando que, em 2005, a empresa contava em seu quadro com 5.116 mulheres, a participação feminina na década aumentou 84,3%. Um contingente de 4.737 mulheres ocupa 21% dos cargos da Companhia em nível superior.

Ao longo da última década, a evolução da presença feminina em cargos gerenciais é sensível: passou de 403 postos, em 2005, para 1.200, em dezembro de 2014, sem registro de recuo em qualquer período. Evoluiu, assim, de 10,7%, em 2005, para 17,8%, em 2014.

Avanços nos benefícios - Em novembro de 2009, entrou em operação a primeira sala de amamentação da Petrobras, instalada no edifício-sede (Edise), no Centro do Rio de Janeiro. O espaço tem como finalidade atender as profissionais que retornam de licença-maternidade e precisam ter à disposição um espaço para retirada e armazenamento de leite. Em cinco anos, esse benefício foi ampliado e, hoje, as salas funcionam em 19 prédios, no Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Sergipe, Paraná, São Paulo, Alagoas e Espírito Santo. Ainda neste mês, mais duas serão inauguradas na Fafen-Bahia e Fafen-Sergipe.

A iniciativa segue a recomendação do Ministério da Saúde de uma amamentação exclusiva do bebê com leite materno, nos primeiros seis meses de idade, e complementar até os dois anos. Sabe-se que o aleitamento funciona como prevenção a diversas doenças. Além disso, representa um dos compromissos da Petrobras com o bem-estar da força de trabalho feminina.

Outra conquista das empregadas da Petrobras é a ampliação da licença-maternidade em caso de bebês prematuros (aqueles com menos de 37 semanas de gestação). Desde setembro de 2013, o tempo de internação dos pequenos não conta mais como período de licença. A Companhia estabeleceu o direito antes que este se tornasse obrigação legal. A iniciativa já estava prevista, como ‘ação inovadora’ no Plano de Ação 2013-2015 do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça na Petrobras, vinculado à Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. Até hoje, cinco mães foram beneficiadas com a medida.

Em maio de 2012, a Petrobras assinou o Termo de Compromisso da 4ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. A iniciativa da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República conta com o apoio da Organização Internacional do Trabalho e ONU Mulheres. O Plano de Ação da Companhia inclui várias iniciativas, como a produção de material pedagógico com conteúdos que incentivem o combate à discriminação de gênero e raça e, também, a realização de atividades de formação e debates sobre equidade de gênero, raça e diversidade.

A Companhia aderiu ao programa desde seu início, em 2005, e nas três edições conquistou o Selo Pró-Equidade de Gênero concedido anualmente às empresas que se destacam no cumprimento das metas propostas. A iniciativa formalizou a política de igualdade de oportunidades para homens e mulheres da força de trabalho da Petrobras.

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