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27/09/2014 - 06:08

Investimentos federais em ciência e tecnologia alavancam desenvolvimento do Brasil

O Governo Federal está apostando na Ciência e na Tecnologia como fatores essenciais para o crescimento econômico do Brasil. A participação do investimento federal no setor subiu de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) para 1,7% na última década.

“É um esforço considerável. Nenhuma nação conseguiu se desenvolver sem alavancar o setor científico e tecnológico interno. A história do desenvolvimento econômico mundial demonstra que os países que conseguiram se desenvolver foram aqueles que tiveram um robusto esforço no avanço educacional, científico e tecnológico”, afirmou o ministro da Ciência e Tecnologia, Clélio Campolina.

Segundo o ministro, o Brasil conta hoje com a presença de muitas empresas estrangeiras e que devem ser estimuladas a internalizar o esforço em pesquisa. Além disso, ao longo dos últimos dez anos, o MCTI tem integrado suas políticas a ações conjuntas com o Ministério da Educação, já que grande parte do esforço de pesquisa é feita pela comunidade acadêmica. O orçamento do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) subiu de R$ 1,8 bilhão em 2003 para R$ 7,2 bilhões em 2013”, disse o ministro Clelio Campolina Diniz.

“Nesse sentido, o Brasil fez um grande esforço nos últimos anos de expansão do sistema acadêmico universitário, com programas como o de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), o Programa Universidade para Todos (Prouni), o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o sistema de Cotas, o que permitiu um grande aumento no número de alunos e a democratização do acesso à universidade”, exaltou Campolina.

Para fomentar a expansão em Ciência e Tecnologia, o Governo Federal implementou o sistema de Bolsas. “Para o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, o volume de recursos aplicados em bolsas subiu de R$ 450 milhões, em 2003, para R$ 1,66 bilhão no ano de 2013. Os recursos destinados a pesquisa, pelo MCTI subiram de R$ 140 milhões para R$ 520 milhões, no mesmo período. O volume total de recurso aplicado em Ciência e Tecnologia subiu de R$ 22 bilhões, em 2003, para R$ 66 bilhões em 2013”, comemora o ministro.

A produção científica brasileira, que era 1,25% da produção mundial em 2000, subiu para 2,24% no ano de 2013. Segundo o ministro, esse resultado é refletido pelo aumento do número de papers, ou artigos científicos, indexados pelo Scopus, que é um sistema mundial. “Passamos de 13.700 papers no ano de 2000 para 56 mil em 2013”, exaltou.

Inovação Empresarial - O ministro citou o Plano Inova Empresa, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), como mais um esforço para a política de ciência e tecnologia. Desde o ano passado, estão sendo investidos R$ 32,9 bilhões para impulsionar a produtividade e a competitividade da economia brasileira por meio da inovação tecnológica através do Plano.

“E agora a presidenta Dilma aprovou o Programa Nacional de Plataforma do Conhecimento, que é um grande empenho para combinar a competência científica com a empresarial, ou seja, usar a ciência para implementar a produção brasileira em setores considerados prioritários e estratégicos para o desenvolvimento econômico e social, para a redução das desigualdades regionais e para uma melhor inserção do Brasil na ordem global”, disse Campolina.

O programa foi lançado em junho deste ano e uma das metas é criar, em dez anos, 20 plataformas do conhecimento em áreas como Agricultura, Saúde, Energia, Aeronáutica, Tecnologia da Informação e Comunicação, Naval e equipamentos, entre outras. A proposta prevê aumentar os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para 2% até 2020, a fim de reduzir a distância de países como China, Coreia e Estados Unidos, que nos últimos anos alavancaram os dispêndios nessa área, para o desenvolvimento de suas economias.

“Então, no momento em que o mundo está passando por grandes transformações, o Brasil tem que aproveitar essas oportunidades para melhorar o seu desempenho. Educação, Ciência e Tecnologia são as armas centrais para esse projeto de desenvolvimento”, aposta o ministro.

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