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02/09/2014 - 06:51

Pré-Sal impulsiona o desenvolvimento no Brasil, diz Dilma

A presidenta Dilma Rousseff disse que apesar de o Etanol e o Biodiesel serem alternativas para o petróleo, não têm a mesma eficiência e competitividade que os combustíveis derivados do “ouro negro”. “Não existe alternativa sustentável ao petróleo. Você pode ter alternativas complementares, mas não só não substituem como não têm condição de competir com a logística, condições técnicas e econômicas do petróleo”, explicou Dilma Rousseff no dia 30 de agosto(sábado) em Jales (SP), após o Encontro Estadual do PMDB.

“Com o pré-sal, o Brasil vai poder exportar petróleo. Isso significa uma grande fonte de riqueza para equilibrar a balança de pagamentos”, afirma Dilma, que completa: “isso garantirá que seremos de fato um País rico, desenvolvido, mas sobretudo que seremos uma nação desenvolvida”.

Além disso, por meio de uma política de compras de conteúdo nacional, adotada pela Petrobras e outras empresas públicas do Brasil, o pré-sal também está contribuindo para o fortalecimento da indústria brasileira. Esta política é hoje a principal impulsionadora da Indústria Naval e de ciência e tecnologia, disse a presidenta para a imprensa.

“Nós tínhamos, na década de 80, a segunda maior indústria naval do mundo. Então, reduzir a importância da Petrobras significa que nós voltaremos (...) ao processo que ocorreu a partir de 1980 em que perdemos esta importância, e o Brasil passou a ter estaleiros que eram absolutamente esvaziados, com apenas 3 mil funcionários em todo o País”, afirmou Dilma Rousseff.

A partir de 2003, começou a revitalização da indústria naval brasileira, especialmente pelas encomendas da Petrobras e, hoje, nosso setor naval é o quarto maior do mundo e emprega quase 70 mil pessoas. A expectativa é que chegue a 100 mil funcionários em breve. Os estaleiros estão concentrados no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Pernambuco e Bahia.

A exploração do petróleo do pré-sal também vai financiar a educação e saúde no País. Transformará a riqueza finita em capital social. A expectativa é que a educação receba mais de R$ 1,3 trilhão e a saúde, R$ 450 bilhões, só do pré-sal. “Todos os países que tiveram petróleo e foram consequentes, investiram naquilo que podia dar sustentabilidade para eles. Nós vamos investir este dinheiro em educação e saúde”, disse a presidenta.

“Tenho muito orgulho de participar de um governo que é a primeira geração que não teve fome, que teve acesso a educação, a uma renda mínima. Mas não basta isso. Uma das mudanças será viabilizada pela Petrobras, pelo que ela produz e pela utilização do que ela produz”, concluiu Dilma.

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