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21/02/2014 - 06:23

Arquiteto naval da Rolls-Royce recebe prêmio em Londres


Sigmund Borgundvaag foi responsável por grande mudança na indústria offshore mundial.

Sigmund Borgundvaag, arquiteto naval da Rolls-Royce, empresa global de sistemas de energia, presente no Brasil há 55 anos, recebeu nesta quarta-feira (19) o prêmio Offshore Support Journal, concedido por sua contribuição para o desenvolvimento de projetos de embarcações de apoio offshore ao longo de mais de 40 anos.

O arquiteto projetou o primeiro Rolls-Royce UT, em 1974. Desde então a embarcação passou a influenciar a indústria na construção de navios destinados à exploração de óleo e gás.

Durante a cerimônia de premiação, em Londres, Sigmund expressou sua felicidade pelo reconhecimento e o orgulho de ter feito parte do desenvolvimento de um navio tão importante para a indústria de óleo e gás.

“É emocionante ter participado de todo o projeto de desenvolvimento dos requisitos exigidos pela indústria, em que sempre que um desafio é alcançado há um novo e empolgante para enfrentar”, celebrou Borgundvaag.

Construído originalmente para enfrentar as duras condições do Mar do Norte, o UT passou por uma série de adaptações para atender as mais variadas funções em que a segurança da tripulação, a estabilidade e a competência são mais importantes hoje do que há 40 anos.

Sigmund lembrou ainda que, no início das explorações no Mar do Norte, não havia navio resistente o suficiente para enfrentar as duras condições climáticas e as águas agitadas da região.

“Nós nos baseamos em gerações de experiência de pesca naquelas águas e somamos a isso a tecnologia necessária para operar em um novo tipo de campo de águas profundas, sempre pensando na segurança da tripulação e na demanda de serviço que o navio teria. O resultado foi uma embarcação pioneira no desenvolvimento da exploração de óleo e gás”, explicou.

Hoje, existem cerca de 800 embarcações UT em serviço ou em construção. Elas operam em todos os principais campos de óleo e gás do mundo e realizam ampla gama de funções, incluindo o transporte de carga para plataformas, além do manuseio e posicionamento das âncoras que mantêm as plataformas flutuantes na posição correta. O modelo UT também se estende aos navios de construção submarina, navios de pesquisa sísmica e rebocadores oceânicos, usados ??por guardas costeiros para reboque de emergência e proteção do litoral.

O presidente da Rolls-Royce para a América do Sul, Francisco Itzaina, ressalta que o trabalho de Sigmund tem uma grande importância para a indústria de óleo e gás na forma que a conhecemos hoje.

“Quando olhamos para o mar de qualquer cidade petrolífera, como Niterói, Bergen, Aberdeen ou o Golfo do México, podemos perceber um traço familiar nas embarcações que avistamos. Isso nos traz de volta o trabalho de mais de 40 anos de Sigmund”, comentou o executivo.

Itzaina ressalta que Sigmund é um membro valioso na equipe da Rolls-Royce, que inspira a próxima geração de arquitetos navais. “Ficamos muito felizes pelo prêmio e agradecemos sua contribuição para o nosso Grupo”, celebrou o executivo.

O primeiro navio Rolls-Royce UT entrou em serviço em 1974 e continua em operação até hoje. Atualmente, o UT 704, originalmente chamado Stad Scotsman, é usado em campos de petróleo na costa da Nigéria, com o nome Reliance Star 1

Perfil- A visão da Rolls-Royce é criar a melhor energia para um mundo em mudança por meio de seus dois principais segmentos, Aeroespacial e Naval & Sistemas Industriais de Energia (MIPS, na sigla em inglês). Eles têm o papel fundamental em nossa estratégia de ir ao mercado por meio de duas fortes plataformas tecnológicas: as turbinas a gás e os motores alternativos para uso em terra, mar e ar.

A divisão Aeroespacial é composta pelos departamentos de aviação civil e de aviação de defesa (militar). Já o MIPS é composto pelas divisões Naval, Energia, Nuclear e Sistemas de Energia. Sistemas de Energia inclui a posse de 50% da Rolls-Royce Power Systems (RRPS), uma joint venture com a Daimler AG, que se consolidou nos resultados do Grupo pela primeira vez em 2013.

Como resultado dessa estratégia, a empresa tem atualmente uma ampla base de clientes que inclui mais de 380 companhias aéreas, 160 forças armadas, 4.000 clientes do setor naval, incluindo 70 marinhas de guerra e 1.600 de energia nuclear, em aproximadamente 120 países.

A receita global de 2013 foi de cerca de R$ 61 bilhões*, metade proveniente do fornecimento de serviços. Já carteira de encomendas firmes e anunciadas ficou em aproximadamente R$ 284 bilhões em 31 de dezembro de 2013.

A Rolls-Royce emprega mais de 55.000 funcionários em escritórios, fábricas e centros de serviço em mais de 45 países, entre eles o Brasil. Desses, mais de 17.000 são engenheiros.

Em 2013, a Rolls-Royce investiu cerca de R$ 4,3 bilhões* em pesquisa e desenvolvimento. O Grupo também dá suporte a uma rede global de 29 Centros Universitários de Tecnologia, que conectam os engenheiros da empresa com a vanguarda da pesquisa científica.

O Grupo possui forte compromisso com o recrutamento de jovens aprendizes e com a capacitação de funcionários para desenvolvimento profissional. Em 2013 empregamos 379 graduados e 288 aprendizes de nossos programas em todo o mundo. |* Taxa de câmbio presumida: £ 1.00 = R$ 3,96.

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