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10/12/2013 - 07:38

Petrobras recebe o “Prêmio Naval de Qualidade e Sustentabilidade”


Vice-presidente do SINAVAL, Franco Papini, e o assessor da presidência da Petrobras para Conteúdo Local, Paulo Alonso

"Qualidade e sustentabilidade são palavras de ordem dessa empresa, que pratica e dissemina esses valores nas suas atividades", disse o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha.

A Petrobras foi homenageada, na tarde do dia 09 de dezembro (segunda-feira), na terceira edição do Prêmio Naval de Qualidade e Sustentabilidade (PNQS) pela contribuição à indústria naval do país. A companhia foi representada no evento pelo assessor da Presidência para conteúdo local e Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), Paulo Alonso. A cerimônia de premiação ocorreu no Jockey Club, no Rio de Janeiro.

Em seu discurso, o presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval), Ariovaldo Rocha, agradeceu a Petrobras pelas encomendas da empresa ao segmento. "Qualidade e sustentabilidade são palavras de ordem dessa empresa, que pratica e dissemina esses valores nas suas atividades", disse.

Sérgio Machado, presidente da Petrobras Transporte (Transpetro), que também foi homenageado, lembrou que, em 2003, quando houve a decisão de revitalizar a indústria naval do país, muitos não acreditavam que esse ressurgimento fosse possível, mas hoje o segmento emprega 70 mil pessoas. "A indústria naval não vai parar tão cedo porque nós vamos ser os mais competentes", disse.

A diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard, também traçou breve histórico da indústria naval brasileira e falou das perspectivas do setor: "Somente em Libra, temos de 8 a 12 bilhões de barris de petróleo (recuperáveis) e estimamos precisar de 12 a 18 plataformas de grande porte e de 60 a 90 barcos de apoio", avaliou. A área de Libra, localizada no pré-sal da Bacia de Santos, foi adquirida em leilão realizado em outubro pelo consórcio formado pela Petrobras (operadora – 40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%).

Madga afirmou ainda que 2014 será um ano de balanço para a agência que dirige em termos de resultados de exploração das companhias de petróleo, além do resultado do plano plurianual de geologia e geofísica.

Após ressaltar que a ANP só irá propor alguma nova rodada de licitação no início de 2015, ela afirmou que, “para 2014, vai ficar apertado fazer alguma coisa. Mas, se der tempo, faremos”.

Com relação à OGX Maranhão, disse que a companhia está produzindo cerca de 6 milhões de metros cúbicos de gás natural na Bacia do Parnaíba, que foi licitada na 11ª Rodada e 12ª Rodada. Essa bacia, de acordo com a executiva, está mostrando ter um grande potencial de gás a ser desenvolvido.

Também participaram do evento Eduardo Musa, diretor da Sete Brasil, o diretor-executivo da Fundação Acúrcio Rodrigues de Oliveira (Aro), Marcos de Oliveira, e o superintendente de atacado do Banco do Brasil, Eduardo Krieck, entre outros.

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