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19/08/2011 - 09:19

TMD Friction do Brasil desenvolveu lonas “HIGH

Friction” para atender novas normas nos EUA.

A NHTSA (National Highway Traffic Safety Association), órgão governamental que normatiza as leis de segurança nas autoestradas americanas, estabeleceu que, a partir do dia 1º de agosto, todo veículo comercial de três eixos (caminhões, ônibus, carretas e tratores) equipado com freio a ar e peso bruto superior a 31.750 kg, seja produzido com sua distância de frenagem reduzida em 30%.

Para atender tal especificação, o Grupo TMD Friction, um dos maiores produtores mundiais de material de atrito, foi consultado pela Arvin Meritor, conceituado fabricante americano de sistemas de freio, a respeito do desenvolvimento de novos materiais capazes de cumprir as novas e exigentes normas.

Até então, o limite de parada estabelecido para estes veículos era de 108 metros a 60 km/h e passou para 76 metros na mesma velocidade. Ou seja, 32 metros a menos a serem percorridos a partir do acionamento do pedal de freio. Mas, como medida de segurança extra, os sistemistas solicitaram de seus fornecedores outros 10% no limite de distância de frenagem estabelecido pela lei. Ou seja: parada em 68 metros a 60 km/h!

Segundo estatísticas existentes, a maioria dos acidentes nos Estados Unidos envolve carretas articuladas. Agora, com a nova norma, a NHTSA projeta que, anualmente, cerca de 200 mortes e 300 lesões graves serão evitadas, além de prejuízos materiais calculados em US$ 170 milhões.

Aceitando a tarefa, o Grupo BorgWarner designou o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da TMD Friction do Brasil (Indaiatuba – SP) e outra unidade sua nos Estados Unidos, para atenderem o grande desafio proposto pelo cliente.

Com capacidades tecnológicas comprovadas, a colaboração entre as unidades brasileira e americana da TMD Friction resultou no desenvolvimento de materiais de atrito denominados “High Friction” (alto atrito). E estes produtos já estão sendo exportados para a Arvin Meritor dos Estados Unidos desde o mês de junho passado.

Apesar do foco principal ser o desenvolvimento do material, no Brasil a equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa ainda trabalhou para manter os requisitos de processabilidade e custo. Com os bons resultados obtidos, surgiram melhorias até mesmo na interface material/tambor.

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