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16/12/2009 - 10:18

40% dos empresários americanos não querem o IFRS

Pesquisa feita pela Grant Thornton dos Estados Unidos mostra ainda que 90% das companhias dizem que nunca usaram os padrões contábeis internacionais.

Uma pesquisa feita com 846 empresas pela Grant Thornton dos Estados Unidos, firma membro da Grant Thornton International, mostra que 40% dos entrevistados afirmam que as companhias americanas não devem trocar o USGaap, atual lei contábil daquele país, pelo IFRS (padrões internacionais de contabilidade). Outros 39% acreditam que as empresas devem usar o IFRS dentro de 3 a 5 anos. Apenas 7% dos entrevistados querem começar a usar os padrões internacionais imediatamente.

Em relação ao uso IFRS em suas demonstrações contábeis, 90% das empresas pesquisadas afirmaram que não o fazem. Apenas 15% das empresas públicas e 8% das privadas usam o IFRS em seus balanços.

A pesquisa mostra ainda que dois em cada cinco executivos (39%) estão familiarizados com o IFRS e a maioria deles diz que o sistema contábil é “benéfico”, mas isso não justifica os custos de implementação no formato proposto (49%) ou que a adoção do padrão internacional não será eficiente para os usuários do USGaap (30%).

Para Daniel Maranhão, da Terco Grant Thronton, representante da Grant Thornton International no Brasil, apesar de a pesquisa mostrar que os empresários não são favoráveis ao IFRS, isso não quer dizer que os padrões contábeis internacionais não serão usados naquele país. “Os órgãos reguladores dos Estados Unidos continuam debatendo o assunto; porém o roadmap previsto para transição até 2014 pode ser estendido”, explica Daniel Maranhão, que é o responsável pela área de práticas internacionais da Terco Grant Thornton.
Sua empresa está preparada para elaborar as demonstrações financeiras em IFRS?
Tipo de empresas: Sim.................................... Não
Todos …............... 10% …............................... 90%
Públicas................ 15% …............................... 85%
Privadas …............ 8% …................................ 92%


Quando você acredita que as empresas americanas devem ser obrigados a utilizar as IFRS?
Tipo de empresas.....Imediatamente..... Em 3 a 5 anos …... Em 5 anos ou mais........ Nunca, pois o USGaap é bom
Todos ….................. 7% …......................... 39% …......................... 14% …............................ 40%
Públicas ….............. 10% …....................... 40% …......................... 18% …............................ 32%
Privadas …................ 5% …....................... 39% …......................... 13%................................. 42%


Você está familiarizado com o IFRS nas demonstrações financeiras?
Sim.......................Não
39% ….................61%

Se sim, quais das seguintes afirmações descreve melhor a sua impressão sobre o projeto? 1) O modelo proposto seria benéfico, mas os benefícios aos usuários de nossas demonstrações financeiras não justificam os custos de implementação do formato proposto. 49%

2) O modelo proposto não seria benéfico para os usuários de nossas demonstrações financeiras. 30% | 3) O modelo proposto vai atender melhor as necessidades dos usuários de nossas demonstrações financeiras. 21%

A Terco Grant Thornton - Há 27 anos no Brasil, a Terco Grant Thornton é a 5ª maior empresa de auditoria e consultoria do país. Conta com mais de mais de 650 profissionais e possui 1.300 clientes ativos. Em 2008, registrou um crescimento de 25% em seu faturamento em relação ao ano anterior. Com sede em São Paulo, possui escritórios no Rio de Janeiro, em Salvador, Goiânia e Belo Horizonte.

A Terco Grant Thornton é uma firma membro da rede Grant Thornton International Ltd (Grant Thornton International). A Grant Thornton International e suas firmas membro não constituem uma única firma global. Cada firma membro presta seus serviços de forma juridicamente independente.

Considerada uma das maiores organizações de auditoria e consultoria do mundo, a GTI tem 28 mil profissionais, espalhados em uma centena de países, e registrou faturamento global de US$ 4 bilhões em 2008.

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